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  • mirian frança

Por que as mulheres fingem orgasmo?

É muito grande o número de mulheres que fingem o orgasmo como uma forma de agradar aos seus parceiros. Falta-lhes a autenticidade do prazer e, consequentemente, os homens não mudam o seu comportamento em relação ao sexo. A final de contas, se se a mulher teve orgasmo, existe um entendimento de que o sexo foi bom e não há necessidade de mudanças.

É muito raro encontrar uma mulher que nunca tenha fingido um orgasmo. 35% das mulheres fingem sistematicamente por razões distintas, para não serem consideradas frias e incapazes, para não decepcionar seus parceiros, ou na maioria das vezes elas querem que o sexo chegue logo ao fim.

Existem estatísticas que demonstram que 69% das mulheres não conseguem atingir orgasmo, enquanto que, esse problema tinge 25% dos homens. Por outro lado, mulheres que praticam o sexo com uma parceira feminina – gozam em 83% das vezes. Fica caracterizado então que o grande problema resume-se à forma como o sexo heterossexual é praticado. Pois, todas as mulheres são capazes de ter orgasmos, a não ser que estejam sofrendo de alguma doença ou disfunção, que tenha destruído ou comprometido a base física do orgasmo. 

O fato é que a maioria dos homens desconhecem o corpo feminino e as necessidades dos estímulos específicos e adequados que as mulheres necessitam. Por outro lado, como um homem pode saber como agradar uma mulher se ela própria não o sabe? 

Hoje, a Terapia Tântrica possibilita que homens e mulheres a descobram um potencial diferente do seu corpo, quando aprendem novas formas para elevar o grau de satisfação e prazer no seu próprio corpo e no corpo de seus parceiros.

“O Relatório Hite”, um profundo estudo sobre a sexualidade humana, realizado por Shere Hite, informa que as mulheres que nunca gozaram sentem-se com frequência deprimidas ou lesadas por saberem que estão perdendo um grande prazer. Hite e os maiores estudiosos da sexualidade humana afirmam que o melhor jeito de uma mulher aprender a gozar é por meio da masturbação.

No Tantra, os adeptos aprendem que a penetração só é recomendada após a completa lubrificação da vagina. Ensinamos aos adeptos como obter orgasmos sucessivos de diferentes platôs. Após a fase de fluidificação e emoliência total, eles finalmente podem realizar a penetração do pênis de forma lenta e circular, sem a característica ansiedade compulsiva do sexo normótico. A penetração circular, lenta e constante, permite o contato com toda a parede vaginal em sua profundidade, inclusive nos pontos internos que possuem inervação com o clitóris, como a Glândula de Grafenberg (ponto G).

Existem procedimentos concomitantes, através dos quais é possível à mulher experimentar orgasmos também em conjunto com a penetração.

As mulheres não são menos orgásticas que os homens, pelo contrário. Elas são fisicamente capazes de múltiplos orgasmos, orgasmos secos e até mesmo ejaculações que ocorrem em concomitância com o orgasmo.

Homens e mulheres precisam investir na experimentação e no seu desenvolvimento sensorial, explorando as características de prazer não só das partes erógenas do seu corpo, mas também em outras áreas dos sentidos.


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